Quase lá

Enfim, mais um vídeo. Mais um vai e vem da vida.

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Um dia de viagem

Finalmente, voltamos com a programação normal, gente. E já vamos começar a semana com vídeo novo!

Nos últimos tempos, tenho gostado muito de brincar na edição com as imagens que temos em casa ou então com filmes que eu gosto. É um ótimo exercício, recomendo muito pra quem está aprendendo a editar. Estou fazendo a experiência de “desmontar” o Band à part, que é um filme do Godard, e é incrível como a gente descobre coisas escondidas na edição! Depois posso vir aqui contar como tem sido esse processo.

Mas enfim, de repente, no meio dessas brincadeiras, aparece alguma coisa, como foi com o vídeo de hoje.

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Noite de chuva

Vocês lembram daquela série que comecei a fazer chamada Filmes de aluguel? Pois é, ela ainda existe e vou continuar postando por lá filminhos aleatórios sobre coisas que acontecem no nosso dia-a-dia, sem temas muito bem definidos, o que der vontade de fazer mesmo.

Essas imagens do vídeo de hoje são de janeiro desse ano. Quando resolvi editá-las esses dias, não imaginei que iriam coincidir com esse tempinho frio e chuvoso que apareceu de repente. Que preguiça, né, gente? Não dá vontade de colocar nem o nariz pra fora da janela!

(E um super obrigada pelas mensagens de feliz aniversário ontem! Vocês são pessoas muito queridas mesmo!)

Três razões para ler Minhas imagens do Japão

Se você gosta de literatura infantil, ilustração e cultura japonesa, provavelmente esse livro também é pra você.

Minhas imagens do Japão é um livro escrito por Etsuko Watanabe. Nele, a personagem Yumi, uma garotinha de sete anos, apresenta pra nós o Japão e como é viver lá: sua casa, a culinária, o dia-a-dia na escola, as datas comemorativas, o idioma, etc. Tudo isso ilustrado pela própria autora.

Eu me apaixonei pelo livro no momento em que o abri. Primeiro porque gosto muito de ilustrações de casas desde criança, principalmente as bastante detalhadas como são as desse livro. Segundo porque, junto com os desenhos, vem uma descrição do que é aquele ambiente, o que tem nele, pra que servem as coisas. E de quebra, a gente ainda aprende um pouco de japonês! A edição que eu tenho é de 2007, da Cosac Naify.

Assim que terminei a leitura fiquei morrendo de vontade de ler mais livros do mesmo estilo em que a autora fizesse a mesma viagem na cultura de outros países. Infelizmente, eles não existem…

Como já comentei várias vezes por aqui, sou apaixonada pelo universo infantil e tenho começado uma coleção de livros infantojuvenis. Eles são lindos, gostosos de ler e de ver e achei que seria uma boa ideia compartilhar com vocês junto com minhas outras leituras.

(Eu sempre quis fazer vídeos sobre livros e filmes, mas acho que não tem a ver comigo sentar e falar e falar e falar. Estava procurando saídas criativas pra isso e me inspirei na série Three Reasons que a Criterion Collection faz com os filmes. Acho que assim o vídeo e o post podem existir de forma independente e se complementarem. Espero que gostem!)

Uma homenagem

O Filme de Aluguel de hoje é uma singela homenagem à minha avó Cleusa, que nos deixou ontem. Se existe realmente algo parecido com o que imaginamos que seja o céu, ela partiu desse planeta direto pra lá. Ela era a pessoa mais doce, mais gentil e bondosa que conheci. É com muita alegria que ficamos sabendo que ela poderia doar alguns órgãos, apesar da idade. É muito bom saber que um pedacinho dela ainda vai viver e trazer felicidade pra outras pessoas também.

A morte é um ritual meio temido pela maioria de nós, né? Mas por outro lado é também um momento bonito em que amigos e familiares se reúnem e compartilham as boas lembranças. Então, nesses últimos dias acabei ficando imersa nas memórias, lembrando de momentos bons, vendo fotos e vídeos antigos… Mas enfim, não quis expor ninguém, principalmente num vídeo para o youtube, então encontrei esse trecho em que só eu apareço.

E eu não poderia deixar de compartilhar esse acontecimento aqui no blog. A vida é feita de filmes bons, de coisas bonitas, de pessoas interessantes, mas também é feita desses momentos duros e crus e não nos resta outra saída a não ser encará-los.