Sobre o amor

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Ah, o amor! Essa coisa maravilhosa e dolorida. Uma palavra que coleciona tantas definições, mas que, no fim, não consegue juntar todas para explicar o que realmente é.

Nesse vídeo curtinho, Jason Schwartzman e Roman Coppola, os primos famosos de Hollywood, falam sobre o amor nunca perdendo o bom humor. O vídeo foi inspirado no formato do Vine e dirigido por Graydon Sheppard.

Ator que é bom, é bom na tela grande do cinema ou no smartphone. Schwartzman <3

 

via Nowness

Hitchcock animado!

Sabe essas coisas que você acha sem querer querendo na internet? Então, foi assim que encontrei esse curta fofinho. Eu gosto bastante dos filmes do Hitchcock, vi Psicose umas trezentas vezes e gostaria de um dia conseguir assistir a filmografia inteira, haha!

Esse curta é um medley – uma mistura, tipo um potpourri – animado dos filmes O Homem que Sabia Demais, Os 39 Degraus, Um Corpo que Cai, Os Pássaros, Intriga Internacional, Pacto Sinistro, Janela Indiscreta e Psicose. Ele foi produzido por Tim Luecke, um ilustrador e animador de Nova York. No site dele tem outros trabalhos bem bonitos!

Eu não assisti todos esses filmes, mas achei bem legal a forma como ele interligou as histórias. Seria bonitinho se fosse adaptado pra um desenho animado pra crianças. Meio creepy o Norman Bates vestido de mamãe em desenho, mas bonitinho, haha!

E vocês, gostam de Hitchcock também? Me contem aí! : )

American Autumn

Não sei se acho fofo, se acho bizarro ou se fico impressionada. Na verdade, acho que as três coisas.

American Autumn é um curta-metragem dirigido pelo catalão de 23 anos Albert Moya. Todos os atores são crianças interpretando adultos, por isso meu misto de sentimentos. Achei a atuação deles bem impressionante pelo clima pesado que o curta tenta passar. Eles provavelmente não tiveram nenhuma das experiências das quais eles falam no curta, no entanto são totalmente convincentes. Mas criança é um bicho doido e encantador mesmo e, claro, muito artistas. O menino que faz o papel do Jerry, vocês vão ver, merecia ganhar um prêmio! Enfim, a direção de atores foi excelente e eu fico imaginando que técnicas ele usou…

Mas para fazer um filme desses, a pessoa tem mesmo que gostar de crianças e, para mim, foi possível sentir isso enquanto assistia. Albert Moya falou sobre isso e me indentifiquei: “Trabalhar com crianças realmente me faz sentir super acordado. Tem algo na inocência delas e naquele momento de descoberta de alguma coisa pela primeira vez que realmente me pega.” <3

Tem seis minutos, gente. Todo mundo tem seis minutos sobrando no dia!

via Nowness