As alegrias de 2015

Chegou aquela hora do último texto que vou escrever por aqui relembrando as coisas mais legais que li/assisti em 2015. Como já comentei, este ano foi meio diferente, li muito e assisti a bem poucos filmes. Na sala de cinema, então, posso contar nos dedos as vezes em que fui. Mas não estou reclamando, tá tudo muito bem, obrigada.

Começando com a melhor coisa que talvez tenha acontecido comigo: eu finalmente terminei o mestrado no primeiro semestre. Acho até que esse volume de leituras foi resultado dessa liberdade que de repente apareceu pra mim. Finalmente tive tempo pra ler aquele monte de livros que eu comprei e estavam ali parados. Mentira, comprei um monte no caminho! Da onde vem esse descontrole, gente?

A segunda melhor coisa desse ano foi que eu e mais meus amigos fizemos um filme. Foram meses e meses de trabalho e contei sobre o processo aqui no blog, pra quem se interessar em saber como foi.

E agora, vamos à lista! Acho que vale lembrar que sim, muitos outros filmes e livros foram legais, mas tem sempre aqueles que aparecem na nossa cabeça primeiro e foram esses que escolhi. Claro, com algum padrão porque não consigo fugir disso, hehe. Então, tem 6 de cada.

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Filmes

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Amores expressos e Amor à flor da pele: Apesar de só ter resenha do primeiro filme aqui no blog, os dois foram boas descobertas desse ano. Wong Kar-Wai é um diretor que fico triste de não ter conhecido antes porque não tem absolutamente nada que eu não tenha gostado nos filmes dele. As histórias são boas, os personagens melhores ainda e a trilha totalmente maravilhosa. Junto com esses filmes, tem mais um, componho mais ou menos uma triologia. Certamente vou querer escrever algo depois que assistir aos três. Enquanto isso, se não conhecem, vão correndo procurar!

Mommy: Não escrevi sobre esse filme aqui no blog e não sei o motivo, porque foi ótimo. Foi o primeiro que assisti em 2015 lá no Cine Santa em Santa Teresa, no Rio. Foi um filme bem diferente, falado num sotaque quebequense que eu não conhecia, em uma cidade diferente, durante ótimas férias. Então só me traz boas recordações. Com certeza merece um post à parte, mas aqui vai o trailer se você não conhece!

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Que horas ela volta?: Imagino que muitos de vocês já tenham ouvido falar ou já assistiram a esse filme. Eu juro que não queria ver porque eu não vou com a cara da Regina Casé e jurava que era um filme de comédia. Puro preconceito, reconheço. Mas então só ouvi elogios e resolvi dar uma chance. Foi uma super surpresa porque o filme é bom demais, Regina Casé foi espetacular e a Jéssica mais ainda. Merece ser assistido ainda mais porque levanta questões muito importantes. Com certeza esse filme vai aparecer aqui de novo com mais calma, aguardem.

Precisamos falar sobre o Kevin: Eita que eu já rasguei ceda demais pra esse filme no blog. E com toda razão! Estávamos esperando muito pra assistir e superou as expectativas.

Pierrot le fou: Se você já conhece o blog há um tempinho, deve saber que gosto muitos dos filmes do Godard e que minha deusa é a Anna Karina. Pierrot le fou é um dos meus filmes preferidos da vida e já assisti umas 6 vezes. Mas esse ano tive a oportunidade de assisti-lo no cinema, em película, grandão, lindo do jeito que ele é, na Retrospectiva Jean-Luc Cinema Godard que aconteceu aqui no Brasil. Eu nunca pensei que assistiria a um filme dele no cinema, ainda mais Pierrot le fou! Foi de chorar, um dos clímax desse ano!

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Livros

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Graça Infinita: Eu acho, gente, que não tenho mais nada pra falar sobre esse livro. Ou melhor, não quero começar a falar de novo. Então, apenas leia o que já escrevi sobre que vocês vão entender meus motivos.

O Livro do Travesseiro: Antes do Graça Infinita tomar o posto de melhor livro do ano, O Livro do Travesseiro era o escolhido. Foi um presente surpresa e eu nunca tinha falado dele antes, mas acabou se tornando um dos meus preferidos. Escrevi um looongo post sobre ele aqui no blog.

O Livro do Chá: Seguindo a linha oriental, chás não foi exatamente o assunto que eu mais falei sobre aqui no blog em 2015, mas eu continuo gostando muito deles. E esse livro é bem interessante pra quem quer saber um pouco sobre a história dos chás e sobre a história do Japão e da China. Também rolou texto sobre ele por aqui.

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O Livro das Semelhanças: Pois é, eis que esse ano foi de descobertas na poesia pra mim. Sempre fui travada pra ler, mas alguma coisa mudou. Provavelmente o Rabo de Baleia me ajudou bastante, mas O Livro das Semelhanças realmente me pegou. Acho difícil de explicar essas coisas, simplesmente o santo bateu, alguma coisa me tocou ali. Coloquei um poesia aqui no blog, depois leiam lá se quiserem conhecer!

Vincent: Esse ainda não deu as caras aqui no blog, mas é porque estou guardando pra fazer um vídeo com as Três razões para ler. Vincent é uma biografia ilustrada em quadrinhos da vida do Van Gogh. Primeiro: que história de vida a dele, gente, sério. É emocionante e muito triste. E o trabalho da ilustradora é incrível. Vale a pena demais dar uma folheada. Quase que dá pra ler de uma vez só se vocês sentarem na livraria. Mas eu recomendo levá-lo pra casa, claro.

Rua de mão única / Infância berlinense 1900: Esse livro (que na verdade são 2 dentro do mesmo) foi escrito pelo Walter Benjamin, talvez um dos filósofos mais importantes dos últimos tempos. Li esse logo depois de O Livro do Travesseiro porque a estrutura é parecida. Esse é um livro de fragmentos, pensamentos, observações, listas que Benjamin fez sobre os mais diversos assuntos, sua vida pessoal, sua infância, política, filosofia e por aí vai. É de uma riqueza sem fim. Ele te faz pensar sobre tudo isso, além de ter uma capacidade de descrição e uma imaginação incrível. Não foi o livro mais fácil que li, mas vale cada palavrinha.

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Extras

A vida não é só feita de filmes e livros, também é feita de: séries.

Eu prometi que vou escrever sobre Bojack the Horseman e vou cumprir, mas simplesmente não posso deixar de falar aqui de novo que ela entrou pro meu rol de séries favoritas-por-favor-não-acabe-nunca! A trilha da série é meu novo toque de celular pra vocês terem ideia do nível da coisa.

Ainda sobre séries, tenho que citar Orange is the new black e Master of None, que foram ótimas descobertas desse ano. Netflix chegou pra dominar, né? Já percebemos.

A vida também é feita de lugares e pessoas, não é mesmo? Esse fui pra SP duas vezes e pude encontrar pessoas muito queridas que conheci por causa do blog e foi bom demais da conta. Tão triste que isso passa tão rápido… Ingrid, Ferds e Isa, muito obrigada pela receptividade e pelo papo, de verdade. Não vejo a hora de voltar!

E muito obrigada a todos vocês que visitam esse blog! Apesar de ter ficado afastada nos últimos tempos, vocês continuam vindo aqui e isso só me deixa feliz.

Por hoje é só!

Figurino #3: Marianne Renoir

Tudo bem se alguém acha os filmes do Godard chatos ou se não entendem nada do que acontece neles. São filmes que demoram um pouco pra gente se acostumar. Podem achar o que quiser, mas uma coisa é verdade: os filmes são muito bem feitos e muito bem pensados. Isso está refletido em várias partes, nos diálogos, nos cenários e locações, na iluminação e no figurino. Não assisti todos os filmes do Godard e não parei para analisar isso em cada um, mas no geral, a forma como as cores são trabalhadas nos cenários e nos figurinos tem uma importância e um destaque nas cenas e são bem coerentes com a proposta de cada filme.

Por isso, hoje quem está nessa sessão é Marianne Renoir, uma das protagonistas de Pierrot Le Fou, filme do Godard de 1965. Claro que grande parte do charme do figurino é culpa de Anna Karina, essa musa que não cansa de aparecer por aqui.

Esse post é pra você que também morre de amores pela moda na década de 60! Nunca estudei moda, não sei muito bem os termos e nomes das coisas, então provavelmente alguma coisa vai passar por causa disso. Mas tudo que escrevi aqui são minhas impressões descritas com todo o meu amor por esse filme e é isso que vale!

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Nas palavras do próprio Godard, Pierrot Le Fou – baseado no livro Obsession de Lionel White – é a história de um homem que deixa sua família para ir atrás de uma menina muito mais nova, a babá de seus filhos. Ela está envolvida com pessoas estranhas e não muito confiáveis e isso acaba levando os dois a uma série de aventuras.

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Pra começar, o que realmente me chama atenção no figurino de Marianne – falei um pouco sobre isso aqui – é a mistura de estilos. No início do filme, que são essas fotos de cima, Marianne está bem feminina. Cabelo de princesa Léa, gola peter pan, vestido de renda e sapatilhas. Na minha interpretação, isso faz muito sentido com a história. Nesse momento ela ainda é vista como a babá dos filhos de Ferdinand e a mulher que o atrai, então faz sentido todo esse estilo menininha elegante.

Ao longo do filme, isso muda. Como vocês podem ver nos frames seguintes, Marianne varia entre um estilo mais tomboy e os vestidinhos clássicos. Afinal, eles começam a fugir de uma galera e o clima do filme também muda.

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Como em muitos filmes do Godard, as cores azul, branco e vermelho saltam da tela. São as cores da bandeira da França e, sendo o bom francês que é, não é de se espantar que isso aconteça. Essas cores estão presentes, como vocês devem ter notado, em 90% dos figurinos de Marianne e dos outros personagens também.

Mesmo quando não estão exatamente dentro dessa paleta da bandeira francesa, a gente consegue observar referências ao vermelho e ao azul. Como no terceiro figurino, o vestido rosa e cardigã azul claro. No quarto figurino, ela usa um casacão militar e calça xadrez, mas tem uma meia azul ali pra compor look.

No final do filme, Marianne aparece com referências náuticas, que também acompanha a história. Além do quepe de marinheiro, que é óbvio, a calça de cintura alta, o casaco jogado nos ombros e a sapatilha lembram um pouco o estilo dos uniformes da marinha, uma versão mais divertida da coisa. Esses looks também deram uma cara mais formal e menos aventureira que havia no início do filme. As referências continuam na última cena de Marianne (spoiler!), com a camiseta listrada e a saia lápis vermelha.

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Esse filme é um exemplo de direção de arte bem feita demais! Trabalhar com cores fixas assim deve ser realmente muito difícil porque elas não estão só no figurino, mas nos cenários e nas locações. Um puta trabalho! Parabéns, Godard!

E mesmo se você não conhece o filme, Marianne Renoir/Anna Karina são uma verdadeira inspiração, é só procurar no google. Também já fiz vários posts sobre ela aqui no blog!

Eu não entendo nada de história da moda, mas sou realmente apaixonada pelos figurinos que aparecem nessa época da Nouvelle Vague. E os cabelos também são puro charme. Fiquei anos de franjinha por causa da Anna Karina e estou sempre tentada a cortar de novo por causa disso.

Tem algum figurino te marcou também? Me conta aí! o/

Os cartazes dos filmes do Godard #2

Enquanto todo mundo está pulando Carnaval – ou talvez, descansando dele -, estou aqui lançando a segunda parte dessa série dos cartazes do Godard! (Se você não viu a primeira parte, clique aqui!)

Então, o que me dizem desse aqui? : )

Alphaville, 1965

Esse não é um dos meus filmes favoritos do Godard, mas foi o  que me despertou a vontade de conhecer a filmografia dele. Foi também por causa da Anna Karina nesse filme que eu cortei franja, então ele é meio especial pra mim, haha.

Eu tinha a impressão que todos os cartazes que encontraria de Alphaville seguiriam a mesma vibe noir do cartaz “oficial” francês. Mas não. O dinamarquês e o polonês são bem diferentes e coloridos.

Na ordem: França, Japão (1), EUA, Dinamarca, Itália, Polônia e Japão (2).

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Le Petit Soldat, 1963

Vi no documentário Godard, l´amour, la poesie – que conta a história do relacionamento entre ele e Anna Karina – que em Le Petit Soldat, fica claro o quanto Godard estava apaixonado por ela, pelas enquadramentos, pela forma como ele a filmava… Enfim, se isso é verdade ou não, nós nunca vamos saber. Só que agora fica contaminada com essa interpretação, haha.

Nenhum cartaz desses me chamou atenção propriamente. Menos o inglês, que é na vertical. Aliás, notei que quase todos os ingleses mais antigos eram assim! Pelo menos os do Godard. Vou procurar mais informações sobre!

Na ordem: França, Dinamarca, Japão, UK, França (2).

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Pierrot le fou, 1965

Bom, o que dizer? É um dos meus filmes favoritos do Godard. É também meu cartaz favorito de todos esse primeiro, da versão dos EUA. Queria muito encontrar para comprar ou então encontrar em uma boa resolução para imprimir, mas tá difícil!

Mais uma vez, os japoneses arrasando. O que é esse esse Belmondo usando óculos Absurda, hahaha? Ousadia total! O da República Tcheca também é lindo, super psicológico.

Na ordem: EUA, França (1), Alemanha, Holanda, República Tcheca, Japão, França (2), Itália.

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Weekend, 1967

Filme do Godard com a melhor sequência de todas da vida. Por isso, achei que o cartaz dos EUA para o relançamento do filme é o melhor deles. Ficou bonito demais da conta!

Na ordem: Itália, Japão, França, EUA e Alemanha.

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Uma inspiração: Anna Karina

Depois de quase uma semana, cá estou eu. Fiquei de molho esses dias por conta de um ser microscópico que resolveu comer todos os meus nutrientes… Mas estou me recuperando! (:

Bom, nesses dias, entre terminar trabalhos atrasados do mestrado, escrever no blog, ler qualquer coisa e tentar ir na academia, resolvi ficar embaixo das cobertas, hahaha! Então agora que voltei, resolvi abandonas as ideias de post que eu tinha e escrever sobre algo que eu adoro/me empolgue/me deixe feliz, etc.

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Então, hoje vocês vão conhecer uma das minhas musas inspiradoras, haha: Anna Karina. Ela já apareceu neste e no último post aqui no blog. Seu nome verdadeiro é Hanna Karin Blarke Baye e ela é uma atriz/modelo dinamarquesa, que foi uma das principais atrizes do movimento Nouvelle Vague. Ela foi casada por um tempo com Jean-Luc Godard (ainda estou devendo um post!) e atuou em muitos dos seus filmes.

Ela já contou em mil entrevistas como ela saiu da Dinamarca e foi pra França e conheceu Godard, mas não contar os detalhes aqui. Procurem no youtube! hahaha Resumidamente, ela era atriz de teatro na Dinamarca e foi pra França tentar a sorte. Lá, uma mulher de uma revista a viu na rua, gostou dela, tirou fotos dela. Depois a Anna fez comerciais pra TV e foi assim que Godard a conheceu. Masss, em uma entrevista ela diz que os irmãos dela a chamavam de feia e não sei mais o que, o que deu a entender que ela fugiu de casa. De fato não existem mais fotos dela com os familiares e ela nunca falou deles, então não dá pra saber.

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Anna Karina bem novinha em um de seus trabalhos como modelo em 1959.

Como eu conheci a Anna Karina? Bem, foi no filme Alphaville, do Godard. Não sei explicar porque gostei tanto dela de cara. Talvez porque eu tenha gostado muito do filme, da personagem e do cabelo dela, hahaha! Na época eu estava numa crise com meu cabelo, queria mudar o corte e tal. Quando vi a Anna, pensei: é isso, vou cortar franjinha! Então cortei e de quebra minha irmã tirou algumas fotos minhas inspiradas de fato na Anna Karina de tão apaixonada que eu estava, hahaha!

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Aphaville, 1965.

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Apenas eu, feliz.

Depois disso, o grupo de estudos em cinema que eu participava no ano passado começou a estudar os filmes do Godard e daí foi só amor. Pelos dois! Vou colocar aqui embaixo alguns filmes que ela participa que eu gosto mais e já fica de dica pra quem quiser assistir ;)

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Vivre sa vie, 1962.

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Le Petit Soldat, 1963.

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Pierrot, le fou, 1965.

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Une femme est une femme, 1961.

Mas a vida dela não foi só os filmes da Nouvelle Vague. Ela fez muitos outros, claro, inclusive um musical escrito pelo Serge Gainsbourg em 1967. Anna foi dedicado à ela e todo seu talento como cantora pode ser explorado. Desconfio que esse seja um filme não tão conhecido assim, mas vale bastante a pena porque a história é bem legal. E tem outra curiosidade: ele foi o primeiro filme colorido feito pra TV francesa. Ele não tem permissão para ser incorporado aos sites, então clique aqui para assistir!

Nossa, escrevi, escrevi e ainda tem mil coisas pra falar! hahaha Mas sei que é muito chato post grande u.u Queria explorar mais a atuação dela em alguns filmes, mas acho melhor voltar depois com calma. Quem sabe até lá vocês não assistem alguns dos filmes aí de cima, se já não assistiram (:

Termino apenas com um lamento: ela esteve no Brasil no ano passado muito longe daqui. Anna Karina foi a homenageada do Festival Internacional de Brasília e até cantou uma das canções do musical. Apenas isso.

Agora voltei com tudo!

Au revoir!