Roller girl

Ou: o que você faz quando está sozinho em casa?

Tudo bem, não precisam responder, até porque, né, ninguém precisa saber que você fica cantando músicas de canais de karaokê no youtube ou tentando cozinhar e falhando ou chorando com séries de comédia.  São só exemplos.

Mas tem algo de muito bom em ficar muitas horas sozinho, vocês não acham? Do mesmo jeito, pode ser muito ruim e entediante. Às vezes ficamos mega produtivos e concentrados, outras vezes ficamos choramingando ou criando problemas pra nós mesmos. Bom, acho que depende de muitas coisas. Como é com vocês?

Enfim, isso tudo foi bem aleatório e só uma desculpa pra postar essa cena que deve ser uma das minhas favoritas do filme Anna de 1967, dirigido pelo Pierre Koralnik. Já falei sobre ele em algum post, não me lembro qual. É um musical com a Anna Karina linda de paixão e com o Serge Gainsbourg. E sempre lembro dessa cena quando penso nessa montanha-russa de emoções que acontece quando passamos muito tempo sozinhos.

(Uma sinopse rápida pra vocês não ficarem perdidos: Anna chega em uma cidade nova e está procurando emprego. Sem querer é fotografada por uma equipe que está fazendo algo tipo um editorial de moda na estação de trem. Quando a foto dela é revelada, o dono dessa agência fica apaixonado e tenta encontrá-la de todas as formas. Coincidentemente, Anna consegue um emprego nessa mesma agência e acaba se apaixonando por ele. Mas ele não a reconhece e ela também não se reconhece na foto. Todos ficam empenhados em encontrar a pessoa misteriosa, inclusive Anna, embora morrendo de ciúmes)

(Observação: essa foi a única legenda que encontrei. Não falo francês, então não sei se tem muitos erros!)

Em cartaz #16: Grease

Eu sinceramente não sei falar pra vocês quantas vezes assisti Grease. É um dos filmes favoritos da minha mãe e desde que ela o apresentou pra mim e pra minha irmã há alguns anos atrás, perdi a conta de quantas vezes assistimos.

Nós sabemos cantar e dançar todas as músicas, sei as falas de cor, sei os gestos, eu poderia narrar o filme pra vocês. Todo ele. Inclusive temos dois vídeos onde a Lívia é Olivia Newton-John e eu o John Travolta. Mas não vou comentar isso.

Então, depois dessa declaração, nada mais justo do que trazê-lo para essa sessão do blog que eu tanto gosto. Os cartazes não são muito espetaculares, não muito diferente do que eu já tinha visto em capas de DVD por aí, mas encontrei algumas coisas interessantes.

Estes quatro primeiros acredito que sejam os mais reproduzidos, acho até que o primeiro era a capa do DVD que a gente tinha (emprestamos pra uma amiga e ela nunca devolveu. Se você está lendo isso, saiba que não é mais nossa amiga! haha)

 photo grease6_zps92c8d1c2.jpg

 photo grease5_zps21522cd3.jpg

 photo grease7_zps7fc1713a.jpg

 photo grease1_zpsc7e1eaee.jpg

Posso estar forçando a barra, mas esses dois primeiros aqui de baixo – ambos dos EUA – me lembraram muito os cartazes do Godard, principalmente os de Uma mulher é uma mulher. Eles são uma espécie de colagem com frames do próprio filme e o fato das imagens estarem em preto e branco é o que me remete aos cartazes do Godard. É curioso. Não sei dizer, mas talvez fosse uma tendência de design da época.

Os cor-de-rosa são, respectivamente, da Espanha e da Alemanha. Não entendi muito bem a escolha da cor, já que – tirando a jaqueta-uniforme das Pink Ladies – o rosa não parece ser uma cor predominante no filme. Eu provavelmente não teria usado essa cor, mas achei que ficou legal no final.

 photo grease2_zps028ccc42.jpg

 photo grease3_zps09342f8b.jpg

E claro, não podemos deixar de falar dos orientais e daqueles do centro e leste europeu, que geralmente são os mais criativos.

O que dizer deste primeiro da República Tcheca, gente? Uma mistura de cores e de formas que no final não ficou nada a ver com o filme. Mas respeito, tá psicodélico, tá divertido, bem do jeito dos outros da República Tcheca que já encontrei. Ao lado, o da Eslovênia ficou bem bonito. Adoro essa cena e acho que representa bastante o filme. Provavelmente também teria usado essa cena se eu tivesse feito o cartaz.

O outro é do Japão e, sinceramente, não gostei mais por causa dessa foto. Acho feia. Olivia Newton-John não está no seu melhor ângulo. Também não curti por causa do azul, achei que não combinou. Desculpa, gente, mas sou dessas que não gosta de detalhes e as vezes não tem explicação.

 photo grease4_zpsfcac5919.jpg

Bom, e você? Não assistiu Grease? Deixa eu te contar, eu estou falando do Grease – Nos Tempos da Brilhantina de 1978 (porque tem um Grease 2 que é horrível, não gastem seu tempo).  O filme, que na verdade foi baseado em um livro, é um musical high school ambientado nos anos 50 e foi o filme do gênero que mais arrecadou nos EUA até hoje. Primeiro ele foi transformado em peça na Broadway e virou um fenômeno, ficou em cartaz por muito tempo. O filme só veio contribuir pra fama já que passou a ser conhecido internacionalmente. Minha mãe conta que se vestia como a Sandy! Imaginem isso!

Se você não assistiu, provavelmente já deve ter ouvido alguma dessas músicas. Meu primeiro contato com Grease foi através dessa versão de You’re the one that i want canta por Sandyjunior, quem lembra?

 

As músicas, as coreografias, os cenários, as roupas, os penteados… <3 Sou apaixonada, já deu pra perceber, né?

E vocês, já assistiram? Gostam também? Detestam?

Bom semana pra todo mundo!