Em cartaz #36: Czechoslovakian school of animated film

No meu vício de colecionar pôsteres legais e bonitos, acabei caindo no site Terry Posters e encontrando essas belezas.

Estes são cartazes de filmes infantis produzidos na antiga Tchecoslováquia durante um período conhecido como Czechoslovakian school of animated film (algo como Escola tcheca de filmes animados). Eu não conheço nenhum, infelizmente. Aliás, acho que tive pouco ou nenhum contato com filmes de animação de outros países, ainda mais antigos, que não sejam os que vi na TV ou no cinema quando era criança.

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Embora eu tenha gostado de todos (e mais outros mil que estão lá no Terry Posters), acho que alguns dos meus preferidos são estes abaixo, que tem traços bem simples e, eu diria, divertidos. Parecem desenhos feitos por crianças e por algum motivo isso me faz gostar mais deles.

No geral, os pôsteres me chamaram atenção porque são coloridos e alguns bem minimalistas. Eu não sei ler nada disso que está escrito neles, então não dá pra saber bem sobre o que é o filme. Mas o design, as cores e as formas como os desenhos estão distribuídos no espaço me parecem não tão convencionais. Além de pôsteres de filmes, poderiam facilmente ser quadros ou capas de livros.

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Para acessar o link direto com o nome dos filmes e dos artistas que criaram os cartazes, é só clicar em cada imagem. E pra quem se animar, lá no site alguns deles estão à venda!

Boa semana, pessoal!

Em cartaz #27: Haruki Murakami

Foi exatamente assim que eu conheci o Haruki Murakami: estava olhando livros na internet, me deparei com esse que tinha uma capa maravilhosa. Depois notei que tinham outros da mesma edição. As capas, os títulos, as sinopses, tudo me chamava atenção! Mas fui super controlada e não comprei.

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Três coisas aconteceram desde então. A Camila, do Não me mande flores, e a Nina, do Cronista Amadora, falaram sobre alguns dos livros do Murakami no blog delas e eu achei super coincidência porque foi na mesma semana. Elas falaram bem demais, a resenha da Nina foi maravilhosa e na hora me convenci de que seriam livros que eu gostaria de ler.

E aí, ainda na mesma semana, não sei como cheguei lá, mas encontrei esse filme chamado Como na Canção dos Beatles: Norwegian Wood e a primeira coisa escrita na sinopse era: baseado no livro de Haruki Murakami. Então ok, eu aceitei que era um sinal. Recebi o sinal e estou com ele guardado aqui.

Não, não comprei e não li nada dele ainda. Já estive com os livros nas mãos duas vezes, mas não levei por problemas de codinome ‘pouco dinheiro’. Mas estão na minha lista. Aceito de presente, inclusive, o Natal está aí hoho.

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Bom, mas o post de hoje é sobre as capas dos livros dele, que foi o que me chamou atenção lá na primeira vez que eu os vi. Sou compradora de livros pela capa, então…

Tem muitas e muitas edições lindas, tanto brasileiras quanto estrangeiras. Infelizmente não encontrei muitas imagens em boa qualidade. Mas separei algumas que eu achei bonitas e originais!

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Apesar de não ter visto fisicamente, essa última capa é a que achei mais bonita. Adorei o toque antiguinho do design e da ilustração. Por mais que eu tenha acho lindas as capas brasileiras num primeiro momento e que eu goste bastante desse minimalismo, as estrangeiras são mais charmosas.

E as edições publicadas pela editora Vintage (são aquelas várias capas uma do lado da outra ali de cima)? Elas parecem feitas de colagens, então acabam tendo um efeito surreal bem interessante. After Dark e South of the border, west of the sun são minhas preferidas!

Então, gente, agora quero saber de vocês. Também gostam das capas? Quem já leu Murakami aí? O que me indicam? Estou perdida nesse mar de possibilidades, haha!

Boa semana pra todo mundo!

Em cartaz #26: Criterion Collection Designs

Não tem nenhuma, mas nenhuma vez que eu tenha me deparado com alguma capa de DVD da Criterion Collection e não tenha gostado. Existem muitos cartazes de filmes bonitos, mas esses designers da Criterion fazem simplesmente um trabalho maravilhoso.

Para quem não conhece, Criterion Collection sobre eles mesmos (minha tradução):

Desde 1984, a Criterion Collection, uma série contínua de importantes filmes clássicos e contemporâneos, tem se dedicado a reunir os maiores filmes de todo o mundo e publicá-los em edições que oferecem a mais alta qualidade técnica e conteúdos complementares originais. Ao longo dos anos, à medida que se mudou de discos a laser para DVD, Blu-ray e transmissão on-line, temos visto um monte de coisas mudarem, mas uma coisa permanece: o nosso compromisso de publicar os momentos marcantes do cinema para um público cada vez mais amplo.

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Então, essas imagens que vocês estão vendo são capas de DVD/Blu-rays ou então art works, como eles chamam. Eles também fazem alguns posters, que estão a venda na loja online (infelizmente só para os EUA e Canadá).

Acho que já comentei aqui outras vezes, mas gosto muito dessa técnica de usar fotografias para fazer os posteres e eles usam bastante isso. Talvez seja o que mais me chama atenção nessas artes. Acho que pode parecer fácil usar uma foto, mas se tratando de um filme, é preciso de um pouco mais de análise e sensibilidade para criar uma capa que apresente o filme para o público.

Resolvi colocar essas do Halloween e do Exorcista pensando nisso. As capas/cartazes de filmes de terror geralmente são bem clichês e repetitivas. Eu acho maravilhosa e medonha essa capa de Halloween. Esse é um plano que dura, sei lá, dois segundos no filme, mas congelado assim fica super medonho! Totalmente me convenceria, haha. E quem já assistiu O Exorcista, sabe que essas escadas tem um pequeno papel na trama. Para mim é genial que eles tenham escolhido justamente uma foto delas. É super original e consegue condensar acontecimentos importantes do filme sem deixá-los explícitos. Jamais teria essa ideia…

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Além de todas essas artes bonitas que eles criam, o site da Criterion é maravilhoso. Se você gosta de cinema, precisa conhecê-lo. Tem críticas excelentes, entrevistas com diretores e personalidades sobre cinema, listas de filmes…

O canal deles no youtube também é muito bom. Planejo assistir tudo que tem lá, haha. Mas já indico uma série chamada Three Reasons, em que eles nos dão três razões para assistir determinados filmes. E funciona bem, minha lista de filmes aumentou por causa deles, haha!

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E para finalizar, e também para me matar do coração, eles anunciaram esse ano o livro Criterion Designs, em que vão estar nada mais nada menos do que os 30 anos de design e trabalhos artísticos feitos pela Criterion. Pra que, gente? Pra que fazer isso com meu coração e com meu bolso? Ninguém precisa passar por isso, haha!

Esse livro maravilhoso já está na pré-venda por US$99 no site da Criterion, mas encontrei na Amazon por US$65, ou seja, acho que o preço vai cair com o tempo. Espero. Eu aconselho vocês a clicarem no link aí para verem algumas fotos do conteúdo do livro. É uma preciosidade!

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Bom, gente, isso é o que temos para essa segunda! Espero que gostem e que visitem o site da Criterion porque vale a pena demais! Não é jabá, viu? Antes fosse, hahaha! É só amor mesmo!
Boa semana pra todo mundo!

Em cartaz #21: No

Estava na dúvida de qual cartaz postar hoje, mas todo esse clima de eleição me fez lembrar do No, um filme de 2012 dirigido pelo chileno Pablo Larraín.

Em 1988, o Chile tem que decidir, através de um referendo a permanência de Augusto Pinochet no governo, depois de 15 anos de ditadura. Pela segunda vez, o próprio Pinochet abriu o referendo, e a população deveria votar sim ou não, o que poderia dar a ele mais oito anos governando o país. A campanha do No contrata um jovem publicitário exilado do Chile, Rene Saavedra (Gael García Bernal), para pensar em novas estratégias e tomar a frente das propagandas.

O filme é baseado em uma peça do escritor chileno Antonio Skármeta, mas a história é real. A campanha ousada do No venceu e Pinochet finalmente saiu do poder.

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Os cartazes são bonitos e chamativos! Quando vi nos cinemas aqui de JF lembro que chamaram muito minha atenção (nem foi por causa do Gael, gente, nem foi… haha). Mas as cores tem uma razão de estarem aí, elas remetem à verdadeira identidade da propaganda criada por Rene. O primeiro cartaz é uma reprodução perfeita da arte usada de fato na campanha. Encontrei esse vídeo com as propagandas reais do Si e do No, se vocês quiserem ver.

O arco-íris tem muitas significações. Para mim, nesse contexto do filme, me lembra esperança, uma boa mudança repentina, um final feliz. Achei muito bom como eles usaram as cores em toda a extensão dos cartazes, com esse efeito de degradê entre elas. E acabou criando um contraste interessante com a imagem do Gael, que está sério e tenso.

Com exceção do último cartaz – que ficou com super cara de drama familiar, na minha opinião – essa ideia de brincar com as cores aparece em todos os outros. Ficou com uma cara meio hipster, talvez, mas achei que combinam com o filme e com a campanha do No.

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Meus preferidos, sem dúvida, são os dois primeiros. Claro que ver a cara do Gael é ótimo, mas achei mais clean e mais anos 80 o primeiro cartaz e talvez eu goste mais dele no geral. Pra quem não conhece a história do Chile e não sabe do que se trata, acho que acaba sendo mais instigante também.

Por falar nisso, vale contar que o filme foi gravado com U-matic, um tipo de fita de vídeo usada naquela época, então as cores e textura da imagem são reais e parecem realmente produzido nos anos 80. Em vários momentos do filme foram inseridas imagens de arquivo da campanha e dos protestos da época, então dá pra notar como as imagens se mesclam bem.

Vou deixar o trailer aqui pra quem não conhece o filme. Acho que é um bom momento para assisti-lo. Embora – pelo menos no meu círculo de convivência – parece reinar um clima de desilusão nessas eleições, um desânimo geral, uma falta de esperança, temos alguns episódios na história que nos lembram que as coisas podem mudar e ser diferentes. Fica a recomendação!

Em cartaz #18: The Grand Budapest Hotel

Atenção, esse post vai ser comprido!

Eu finalmente consegui assistir The Grand Budapest Hotel! Sei que o lançamento já foi há um tempão e ele já estava nos cinemas em muitas cidades, mas não aqui em Juiz de Fora. Estava resistindo muito a assistir pelo computador porque no fundinho eu tinha esperanças de que ele viesse pra cá. E valeu a pena esperar, os cinemas dessa cidade não me decepcionaram dessa vez!

Pra quem ainda não conhece, o filme foi dirigido pelo Wes Anderson – por isso toda essa minha empolgação – e conta a história de Gustave H, um lendário concierge em um famoso hotel europeu no período entre guerras, e Zero Moustafa, o mensageiro – the lobby boy! -, que acaba se tornando um amigo muito fiel. O trailer vai contar melhor do que eu!

Na verdade, antes mesmo de assistir ao trailer, eu vi o cartaz. Achei maravilhoso de cara, bem Wes Anderson e me deixou super curiosa! Achei que ele valorizaram muito o hotel. Ao mesmo tempo que dá a sensação de ser uma miniatura, podemos ter um vislumbre de quão grande e majestoso era o hotel.

(Agora, depois de postar, notei que o hotel muda de tamanho dependendo do cartaz. Ele está bem maior no segundo do que nesse primeiro!)

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Apesar de estar dentro do que costumamos ver no trabalho do Wes Anderson, achei que esses abaixo foram bem ousados pra cartazes oficiais. Confesso que não gostei muito dos vermelhos, achei que foi informação demais pra um cartaz só. Já o outro mais estilizado, ficou bem interessante, apesar de que não sei se tem muito a ver com a vibe do filme. São bonitos, mas não trocaria nenhum por esses com a foto do hotel.

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Já esses aqui debaixo eu adorei. Apesar da cara deles estar com efeitos mil, o que parece meio desnecessário pra mim, eu adoraria tê-los não como cartazes, mas como cartõezinhos pequenos, sabe? Como se fossem cartas de jogo. Aloka, haha, mas sei lá, quando vi foi a primeira coisa que me veio na cabeça. Imaginem um jogo de memória com eles? Seria super legal! Wes Anderson, estou te dando uma ideia maravilhosa! Invista!

Detalhe para Tilda Swinton que ficou totalmente transformada! Como já era de se esperar, toda a caracterização dos personagens é feita com muito cuidado e detalhe – como toda a arte do filme – mas a Tilda me impressionou!

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Eu disse que o post iria ser grande porque com um filme tão badalado, claro que existem muitas versões alternativas para os cartazes feitas pelos fãs e eu não queria deixá-los de fora.

O que eu acho mais legal neles é que são criados a partir de objetos meio “coadjuvantes” no filme, que não são, digamos, evidenciados, embora façam parte da história, como as caixinhas de doce Mendel´s, os uniformes, os chapéus, as chaves, as malas…

 photo ghbalt2_zps81853add.jpg Joris Laquittant

 photo ghbalt5_zps1df174a1.jpgConor Langton

 photo sl-tgbh-final_zps644e5a4f.pngRachel Sinclair

 photo ghbalt1_zpsa7f8c5ff.jpgGian Bautista

 photo grand-budapest-hotel_zps0dfe8e17.jpgThomas Walker

 photo ghbalt6_zpsa61806ce.jpgJake Rowless

 photo gbh-pecourt_zps8b41ca08.jpgMaxime Pecourt

 photo ghbalt3_zps7f2d5748.jpgMatt Needle

Eu fiquei simplesmente apaixonada por esse dos chapéus feito por Maxime Pecourt. Esse rosa chiclete tá lindo demais! Pra mim é o mais bonito de todos depois do oficial lá de cima com a foto do hotel. E nos site dele é possível comprar! Aliás, acho que quase todos esses são, é só clicar nos nomes dos artistas.

Bom, eu realmente gostei muito dos cartazes e das cores principalmente. Tinha até pensado em fazer uma paleta do filme, mas as cores são tão bonitas e inspiradoras que já fizeram várias por aí.

Mas confesso que, apesar de ter curtido bastante o filme, é bem engraçado, bem encadeado, com atores maravilhosos, figurino maravilhoso, cenários maravilhosos, ele não é o meu favorito do Wes Anderson. Eu gostei, de verdade, é um filme muito bom, mas não foi totalmente 100% pra mim e não sei explicar o porquê. Talvez porque eu esteja comparando com os outros. Rushmore e Moonrise Kingdom continuam no topo da minha lista!

De qualquer forma, fica a recomendação pra quem ainda não assistiu. Vale muito a pena! E aproveite se ainda está em cartaz na sua cidade!

Boa semana pra todo mundo!

Em cartaz #15: Gabriele Wilson

Hoje resolvi mudar um pouquinho a temática dessa sessão pra mostrar essa artista talentosa que encontrei.

Gabriele Wilson é designer e mora em NY. Ela também é professora na Parsons The New School for Design e membro da Education Chair for the American Institute of Graphic Arts in New York. Tem muitos títulos – outros além desses – mas faz realmente um trabalho muito bonito.

O trabalho dela parece muito voltado pra criação de identidade, logotipos, etc. Mas tem de tudo, até um CD do Caetano Veloso, gente! Mas gostei mesmo foi das capas dos livros, que é o que vou mostrar aqui pra vocês. Já contei que além dos posteres, sou fãs de capas de livros e já comprei vários só porque os achei bonitos!

Tem muitas, claro, mas trouxe as que eu mais gostei e que são, ao mesmo tempo, muito diferentes umas das outras. Geralmente, quando encontro o trabalho de algum designer, eles parecem ter algo em comum, um traço, um estilo, como se fosse uma assinatura. Não consegui muito bem identificar isso na Gabriele. Talvez os elementos centralizados sejam uma característica, mas é só uma impressão a partir das capas que escolhi.

De qualquer forma, não falo isso num mal sentido! Achei muito interessante como ela consegue criar coisas tão completamente diferentes que parecem – porque não conheço todos os livros – se adequar muito bem ao “tema” proposto. Ela parece ter muitas referências e acredito que isso seja importante pra quem trabalha com criações audiovisuais de uma forma geral. Enriquece o campo de trabalho e permite experimentar coisas diferentes, que foi o que senti com essas capas.

Também gosto muito da mistura de fotografia com elementos gráficos e acho que isso foi uma das coisas que mais me chamou atenção nessas capas.

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Na verdade, a primeira capa que vi – em algum lugar dessa internet, não me lembro – foi a do livro Lolita e achei de tão bom gosto, tão a ver com a vibe da história, que resolvi ir atrás dos outros. A do Takeshi Kitano, que é um cineasta, também é super interessante e, como fiquei sabendo recentemente um pouco mais sobre ele, fiquei curiosa pra saber do que se trata. Nem sabia que ele também escrevia livros. Esse – e provavelmente todos os outros – eu compraria só pela capa!

Vocês podem conferir todos os trabalhos no site pessoal da Gabriele. É uma verdadeira inspiração pra quem trabalha com isso. E pra quem não trabalha também. Ver coisa bonita é bom demais!

Boa semana, pessoal! o/

Marcadores de livro #2: updates + Arjowiggins bookmarks!

Bonjour, gente!

Quinta-feira entrei oficialmente de “férias” – com aspas bem grandes, porque né, minha qualificação do mestrado é em fevereiro, o que significa muito trabalho – e aproveitei que o clima de JF colaborou e matei minha vontade de nadar, hehe!

Mas o post de hoje é um update dos meu marcadores de livro. Quem acompanha o blog, sabe que eu faço coleção e fico muito feliz quando ganho algum novo!

Esse daqui está entre os mais lindos da coleção. A Stephanie, uma amiga, estava fazendo intercâmbio na Coréia do Sul e quando voltou de lá, me presenteou com esse marcador! Fiquei duplamente feliz porque ela lembrou da que eu colecionava e porque ela tem ótimo gosto, haha. Muito charme, né? Tenho até pena de usar!

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IMG_1907Esses outros três comprei na minha viagem a Curitiba no mês passado. Eu tenho uma preferência por marcadores tradicionais, de papel mesmo. Acho mais prático e também não pesam a folha do livro. Mas os de imã são super legais também. E ultimamente, os mais criativos que encontrei são os de imã. Agrega valor, né? Haha!

O primeiro marcador comprei na lojinha do MOM/Museu do Olho (Museu Oscar Niemeyer). Ele é estampado com as ilustrações de uma artista chamada Maria Del Claro.

Os outros dois comprei numa lojinha dessas pra turistas no aeroporto de lá. São estampados com dois pontos turísticos de Curitiba: a Ópera de Arame e o Jardim Botânico.

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IMG_1904Se você tem mil marcadores de livro em casa, não faz nada com eles e acaba jogando fora, lembre-se de mim! Haha, vou adorar ganhar um de presente ; )

Agora, para finalizar, queria compartilhar com vocês esses marcadores super chiques chamados Arjowiggins que encontrei por acaso num site de design. Não faço a menor ideia de como fui parar lá, mas valeu a pena. Eles são todos dobráveis, então dá pra encaixar de diferentes formas nos livros.

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marcador2Eles foram desenvolvidos pela Paperlux e são tão chiques que tem até um video para mostrar como funciona! Nem preciso dizer que adorei, né? Pena que não dá pra fazer em casa…