Resultado do ho, ho, ho!

 photo resultado_zps1ee8bcc4.jpg

Êeee! Chegou o dia. Recebi algumas mensagens de pessoas ansiosas pelo resultado, haha!

Como já falei várias vezes, minha vontade era poder presentear todo mundo que fez deste um ano muito bom para o blog. Mas ainda não sou ryka pra isso… Então, sem mais delongas, quem ganhou essa caixa legal da Sênsis foi a Bárbara Moretti! (Veja os prints do sorteio aqui e aqui)

Bárbara, sua bonita, mande seu endereço para umacadeiraporfavor@gmail.com :)

Obrigada a todos que participaram! Já já tem um novo sorteio por aqui!

ps.: A Bárbara tem um blog ótimo, com fotos lindas e textos bons de ler, recomendo!

Apresentando R. Schwartzman

Ei, você assistiu As Virgens Suicidas (1999), da Sofia Coppola?

 photo robertschwartzman_1214853155_zpsc0235eed.jpg

Ou O Diário da Princesa, de 2001?

 photo tumblr_ljty8jIg4n1qc2jaxo1_500_zps16376c02.jpg

 photo princesse-malgre-elle-2001-01-g_zps9a004183.jpg

Se sim, vou te lembrar, e, se não, vou te apresentar o Robert Schwartzman. Ele é irmão do Jason Schwartzman – aquele ator que está em todos os filmes do Wes Anderson – primo da Sofia e da Gia Coppola e sobrinho do Francis Ford Coppola.

 photo 55582c5d493a95e84173bed9affed689_zps2b91e413.jpg

 photo Screen-shot-2012-02-08-at-63400-PM_zps4b265121.png

 photo be77c9402ef720984a7e494fb473ef17_zps3004b1e4.jpg

Além de ator, ele também tem uma banda e fez algumas músicas para a trilha de Palo Alto, filme que está na coluna ‘Em cartaz’ essa semana.

Enfim, um post bem aleatório só para apresentar o Robert para vocês e deixar registrada minha admiração por essa família do cinema que só tem gente criativa e bonita.

Apenas essa a razão.

Paleta pastel candy color baby

Não sei como definir essas cores, acho que pode ser pastel, tem gente que fala candy color e geralmente se fazem referências com cores de coisinhas de bebê. Mas a verdade é que nos últimos tempos percebi que eu juntei várias ilustrações e fotografias que tem predominantemente tons pastéis.

É engraçado, porque nunca fui de gostar de rosinha, azulzinho… Acho que não tenho nada na minha cassa dessa cor. Mas por algum motivo, essas cores tem me chamado atenção recentemente e ficaram especialmente bonitas nessas ilustrações. Tanto que resolvi fazer algumas paletas.

Adoro isso porque a gente descobre como algumas cores que nunca pensamos que fossem ficar bem juntas podem fica harmônicas!

Aguas de maio – Ericka Lugo

 photo aguas_de_maio_by_erilu-d647kdu_zps5af24c95.jpg

 photo barco_zps7e06730d.jpg

*

Alice in WonderlandGrace Cho

 photo 924ceb0b6e83a6f68f26905bc9ea84aa_zps662a929d.jpg

 photo alice_zps494e9a8d.jpg

*

CactusIrene Cabrera

 photo 81f1e99febc327a883125515b35a0f20_zpsab9c0919.jpg

 photo cactus_zps024fb5b4.jpg

 

Músicas da vez #11: para estudar!

Se tem uma coisa que gosto de fazer nessa vida é ler e estudar. Claro que ninguém gosta de estudar alguma coisa obrigado, né. As vezes é um obstáculo necessário, que vamos nos dar conta da importância só mais tarde, mas as vezes é só chatice mesmo. Mas eu estou falando aqui de uma visão bem mais ampla do que é estudar e aprender. Não estou falando só de quando estudamos na escola/faculdade, etc, estou falando do conhecimento que a gente adquire na vida, no dia-a-dia, numa leitura descompromissada, numa curiosidade saciada.

Enfim, a questão é que eu estou num momento muito tenso da escrita da dissertação do mestrado. Por mais que eu esteja feliz com o tema que escolhi e com as leituras que tenho feito, é duro, gente. Exige muito foco e força de vontade e muito choro e oração e macumba hahaha.

Para me ajudar nesse momento, sempre tento criar um ambiente e um clima que me ajude na concentração. Entre as várias coisas que tenho feito, uma delas é ouvir música. Sei que não é pra todo mundo. Tem gente que precisa de silêncio total, mas já reparei que rendo mais nos estudos quando tem uma trilha sonora de fundo.

Então, resolvi compartilhar com vocês as músicas/bandas que tenho gostado de ouvir nesses momentos. Como eu descobri que essas fazem bem para meus estudos? Quando coloquei pra tocar e não precisei parar para pular de música, para diminuir o volume ou algo do tipo. Esse é meu critério.

The XX

Já falei sobre eles no meu último post sobre músicas. Inclusive, já havia comentado que eu gosto de ouvir quando estou lendo. O album que mais escuto é o XX, mas gosto do Coexist também.

Feist

Gosto muito da Feist! Tem um bom tempo que escuto direto e são poucas as músicas que me desagradam. Na verdade, sem tem mesmo, não sei, não consigo lembrar de nenhuma agora. The Reminder é meu album preferido!

Curto muito a voz dela. Se você conhece alguma cantora parecida, me indica!

Coralie Clément

Sou dessas fãs da língua e das músicas francesas que sonha em aprender a falar fluentemente um dia, haha. Coralie foi uma das primeiras cantoras francesas contemporâneas que conheci e me apaixonei de cara.

Essa voz calminha é perfeita para ler! <3

Trilha musical de Donnie Darko

Essa é, sem dúvida, um dos filmes com a melhor trilha sonora que já ouvi – e também é um excelente filme, fica a dica. Não conheço profundamente as bandas que tocam, mas sei que são famosas e as músicas escolhidas pra trilha são MUITO boas.

Algumas delas são bem agitadinhas, mas por algum motivo elas não me incomodam quando estou lendo!

Trilha musical de Amélie Poulin

Existem diferentes tipos de trilhas e as instrumentais são uma boa opção pra quem não gosta de estudar ouvindo músicas cantadas. Uma recomendação é a trilha de Amélie Poulin. Não é meu filme favorito, acho que vi uma vez na vida. É bom, só não sou aquela fã louca.

Mas a trilha é realmente muito boa, acho que é toda composta pelo Yann Tiersen. As músicas são bonitas e bem calminhas. Deve ter uns bons anos que gosto de ouvi-la para estudar!

*

E vocês, como gostam de estudar? O que fazem pra ajudar quando precisam de super foco, haha?

Beijinhos!

Amor de cactus #2

Estou apaixonada pelas minhas plantinhas e mais ainda por acompanhar o crescimento delas. Não sou especialista, não sei os nomes e especificidades, mas sei que cactus e suculentas são bem fáceis de cuidar. Basta colocar um pouco de água de vez em quando, deixar em algum lugar com boa incidência de luz, que eles vivem felizes.

É por essas e por outras que eu cheguei à conclusão que os cactus e suculentas são os gatos das plantas. São independentes, precisam de um mínimo de cuidado e quando você menos espera, pá, já cresceram! Essas fotos foram tiradas dia 4 desse mês e é inacreditável como elas já estão bem maiores.

Eu tenho outras plantas na casa. Tenho mais duas suculentas maiores, um hortelã-pimenta e uma outra de folhas vermelhas que eu esqueci o nome. Gosto de TODAS vocês, não fiquem tristes, haha, mas acompanhar o crescimento dessas pequeninas tem sido bem legal.

cactus (1)

cactus (6)

cactus (11)

cactus (12)

cactus (9)

cactus (8)

Essas são minhas bonitinhas <3 Sei que tem um monte de gente aí que curte também! Se você tem dicas para o cuidado delas, me conta aqui!

Boa sexta pra todo mundo!

One lovely blog award

Então, sou muito desorganizada e preguiçosa para tags. Sempre deixo anotado quando me marcam em alguma e aí acabo esquecendo.

Masss, dessa vez a pressão foi enorme! A Thamires (Lunettes), a Raquel (Maionese) e a Brunna (Dobro da Metade), me indicaram e resolvi responder. A tag é bem interessante, já que pergunta sobre o blog e tal. Eu gostei de ler as respostas das outras pessoas porque acabamos conhecendo mais sobre quem escreve os blogs que a gente gosta, né? Mas sou chata, viu, sempre implico com as perguntas, haha! Enfim, vamos lá!

#1 Por que decidiu criar um blog e quando começou?

Bom, eu fiz um post basicamente falando sobre isso no dia do meu aniversário e convido vocês a lê-lo para terem uma noção mais completa da minha história.

Mas resolvi fazer um blog meio do nada em junho do ano passado. Sempre gostei muito de escrever – mais para mim do que para os outros – e por muito tempo fiquei pensando em ter um blog. E aí um dia fui lá e fiz e estou amando até hoje! Na verdade, nunca tive muita ideia do que ele seria. Eu tinha vontade de escrever sobre os filmes que eu assistia, sobre as coisas que eu gostava, enfim, dar vazão as minhas ideias e vontades de falar sobre o que eu via por aí. Um movimento bem egocêntrico mesmo, mas que tem me levado a lugares muito bons!

#2 Quais benefícios o blog te traz?

É estranho pensar em termos de benefício, não gostei dessa palavra, haha, mas enfim… Em primeiro lugar, tenho treinado bastante minha escrita, o que é ótimo. Meu processo de escrita é MUITO lento, minha dissertação que o diga, e com o blog tenho conseguido desembolar meus pensamentos mais facilmente.

Depois que entrei pra blogosfera, como dizem, também passei a olhar de outra forma para a internet. Confesso que me assustei com o mercadão que isso tudo se transformou e com esse fenômeno de youtubers que não para de crescer… enfim, acho que fiquei mais crítica e passei a selecionar melhor o que eu leio. Com a porcaria de coisas que encontramos por aí, acho que isso foi uma coisa boa que aconteceu comigo.

Mas, claro, o contrário também existe e o melhor de tudo foi ter conhecido pessoas tão queridas e blogs tão legais! A Thamires, por exemplo, do Lunettes, já virou amiga de whatsapp, a gente conta caso, fala da vida, desabafa hahaha Essa é a melhor parte, sem dúvidas!

#3 Qual é o post mais acessado?

Top 1 das galáxias: Dicas pra quem tem cabelo curto: lenços!

#4 Você usa as redes sociais?

Sim! Atualmente tenho usado mais o twitter e o instagram. As outras redes sociais estão no início dessa coluna aqui do lado.

#5 Como o blog tem evoluído?

Não gosto da ideia de evolução. Não sei onde o blog vai chegar, se ele tem que chegar em algum lugar e não fico criando nenhuma expectativa.

Gosto do que ele é hoje. No começo eu escrevia mais sobre filmes, músicas e assuntos aleatórios. Hoje o blog é sobre cinema, cartazes de filmes, marcadores de livros e chás, junto com outras coisas aleatórias que vão aparecendo.

Também estou numa fase ótima em que tenho leitores fiéis, hahaha, então a gente acaba desenvolvendo uma relação legal. A gente conversa, troca dicas… isso é muito bom!

#6 Já viveu algum fato importante por causa do blog?

Sim! A nível pessoal eu-comigo-mesma, como já contei, tenho treinado bastante minha escrita. Acredito que eu tenha melhorado minha capacidade de analisar filmes também e isso é muito importante pra minha vida acadêmica.

E, como também já comentei, conheci pessoas super super super legais que espero não perder o contato!

#7 De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?

 Da minha vida mesmo, das minhas pequenas grandes paixões. Das coisas que eu gosto, das coisas que eu não gosto. Das minhas descobertas e das redescobertas.

#8 O que você tem aprendido a nível pessoal e profissional esse ano?

Tenho aprendido que a gente vive num mundo louco, que as pessoas estão ensandecidas e com pressa o tempo inteiro. Todo mundo quer chegar primeiro que você, quer saber mais que você, quer ganhar mais que você. Parecem cavalos usando antolhos, não olham pro lado, nem pra trás. Tá dureza.

#9 Qual é sua frase favorita?

Gente, desculpa, mas esse negócio de frase é muito aquele quadro de entrevistas que tinha no Planeta Xuxa, lembram, haha? Mas enfim, não tenho frases de vida… não que eu me lembre.

Mas eu tenho mais mania de colecionar frases de livros, de filmes e tal, só porque achei bonitas ou tiveram algum significado no momento. Uma que me marcou recentemente foi “Da primavera, o amanhecer”, que é a primeira frase do primeiro capítulo de O Livro do Travesseiro, que estou lendo. Adoro a primavera e as manhãs estão especialmente bonitas e tem me feito muito bem esses dias.

#10 Qual conselho você daria para quem está começando agora no mundo do blogs?

Vai lá, faz e pronto. Se der certo, deu, se você gostar, ótimo, se outras pessoas gostarem também, super legal e se der errado, tudo bem! Beijos e vida que segue. Agora, se você quer se você quer ter blog pra ficar ryka e virar it girl, não tenho nada pra falar, sorry.

#11 O que os blogs que você vai indicar tem em comum?

São escritos por pessoas legais, com boas ideias e boas intenções! <3

A regra é indicar outros 11 blogs e avisá-los da indicação. Mas muita gente que eu conheço já respondeu e na verdade não tenho certeza se alguns desses também já fizeram a tag. Acho que ainda não. Mas vamos lá, os indicados são:

Eu suspiro

Crítica Retrô

Diários de um piquenique

Blog da Talita

Como livros, bebo séries

Garotas Rosa Choque

Pedrinha

Mulher Vitrola

Realidades Utópicas

Expresso pra dois

 

John e Sean Lennon

Ontem, dia 9 de outubro, John Lennon comemoraria 74 anos se estivesse vivo. Ele é meu Beatle favorito. Aliás, desconfio que gosto mais das músicas que ele fez na carreira solo do que com os Beatles. Já comentei um pouco sobre uma biografia dele e outros livros nesse post, mas hoje não vou falar de nenhuma dessas coisas.

Quem conhece a discografia ou já ouviu os álbuns The John Lennon Anthology, provavelmente já deve ter ouvido algumas gravações caseiras que John fez com seu filho Sean.

John teve dois filhos, Julian Lennon, do seu casamento com Cynthia Powell, e Sean Lennon, do seu casamento com Yoko Ono. Sua relação com Julian foi boa até John e Cynthia resolverem se divorciar. O menino estava sempre com os Beatles, serviu de inspiração para muitas músicas, participou do filme Magical Mystery Tour, mas depois do divórcio acabaram se afastando. Já com Sean Lennon, a relação foi mais próxima e intensa, apesar de curta. John foi assassinado quando Sean tinha apenas 5 anos.

 photo 7465428168_2c4eb3989a_b_zps46aad73f.jpg

 photo imagine-1973-01-g_zps36b9a5e5.jpg

Voltando ao assunto inicial, uma parte dessa convivência com Sean acabou sendo gravada pelo próprio John e está nessa antologia. John tinha um estúdio em casa e nesses álbuns tem muitas e muitas gravações interessantes, conversas, brincadeiras, ensaios…

Eu sempre gostei muito dessas com o Sean. Além de ter a graça de ser uma criança conversando e cantando, dá pra perceber que eles tinham uma relação boa e totalmente permeada com música como está descrito nas biografias do John. Consegui encontrar no youtube algumas dessas gravações que estão no disco 4 da Anthology (exceto essa primeira entrevista, que não consegui saber da onde é).

Eu sempre penso que deve ser muito difícil ser filho de alguém famoso do nível de John Lennon. Principalmente porque tanto Julian quando Sean trabalham com música, são compositores, cantores. Imagino que devem ser constantes as comparações entre eles e o pai, no sentido de questionar se eles são artistas autênticos ou se querem ser John Lennon. E é louco porque música era tudo que John fazia, então é bem lógico que os filhos naturalmente seguissem a mesma carreira. Não é óbvio, mas muito compreensível.

Gosto muito dessa entrevista com Sean, já adulto, em que ele fala um pouco dessa questão.

Já estava querendo fazer esse post há algum tempo e achei que seria legal como comemoração do aniversário do John. Ele é sempre muito lembrado como músico, mas acho legal lembrar dele também como pai, como alguém que tinha uma família, enfim, uma vida paralela ao fenômeno Beatles.

Fica a dica pra vocês procurarem as músicas de Julian e Sean. Já ouvi algumas coisas, mas não conheço profundamente!

E pra fechar o post, fiquem com essa música que John escreveu para Sean. É linda demais da conta e o clipe é bem emocionante :~

Bom final de semana, gente!

Amor de cactus

Deixa eu contar pra vocês, não está sendo fácil. Essa semana foi cheia de trabalho, enfiei a cara na dissertação, estamos finalizando nosso curta-metragem… Enfim, não estou reclamando, as coisas estão se encaminhando como devem.

Mas por causa disso, tem tempos que não vejo um filme e não consigo terminar os posts que havia planejado. Eu não gosto de escrever correndo e também demoro muito pra escrever, então…

Mas vi algumas coisas bonitinhas essa semana e queria compartilhar. Quem me segue no instagram já deve saber que tenho um mini jardim de cactus e suculentas e estou numa fase bem apaixonada de acompanhar o crescimento deles. E aí que eu encontrei essas ilustrações lindas de uma moça chamada Maya Pletscher.

Adoro desenhos miúdos assim! Gostei muito das cores que ela usou. E esses com os vasos de vidro ficaram a coisa mais bonita! Que treino e paciência pra conseguir desenhar tão delicado, né?

 photo 635d9d10040fd50def8b966ba9a15d3c_zpsc8dd644c.jpg

 photo d990e0140cd9c7c92b525046b133e57d_zps365fcdcd.jpg

 photo 9bbf513188e533a716b1854c621eb26e_zps5fd4e0f6.jpg

 photo 66198bdb07be201f35f42ba549c60e24_zpsfac5b0d1.jpg

Não deixem de passar no site da Maya. Tem mais outros trabalhos lindos por lá!

Boa sexta pra todo mundo! <3

Flight of the Conchords <3

Sabe quando você começa a assistir uma série sem expectativas? De repente fica viciada, come a primeira temporada, come a segunda com a certeza ABSOLUTA que há uma terceira? E depois descobre que não tem? Então, foi isso que aconteceu.

Eu nunca havia ouvido falar de Flight of the Conchords, não sei se ficou popular no Brasil na época do lançamento. Minha história com a série foi mais ou menos assim. Um dia, por acaso, assistindo clipes no youtube, esse vídeo apareceu como relacionados:

E aí eu meio que gostei, achei engraçadinho e diferente. De repente vi que haviam muitos outros vídeos deles nos relacionados. Fiquei super curiosa e fui assistir esses daqui:

Então, fiquei com Hurt Feelings na cabeça e não conseguia parar de cantar. Foi quando eu soube que deveria procurar saber mais sobre os dois rapazes.

Flight of the Conchords é uma série musical de comédia que conta a história de dois neo-zelandeses – Bret McKenzie e Jamaine Clement – que vão pra NY tentar a vida como músicos. Eles tem um agente, Murray Hewitt, que não é um agente de verdade e trabalha no consulado da Nova Zelândia em NY. Eles tem uma única fã, Mel, que no final das contas é uma stalker que tenta ficar com eles de qualquer forma.

Os dois passam pelas mais diversas, constrangedoras e engraçadas situações para tentar sobreviver na cidade.

Bret e Jamaine se chamam mesmo Bret e Jamaine, são músicos e comediantes e foram colegas na universidade em NZ. Eles ficaram amigos, começaram a fazer apresentações juntos e a ganhar prêmios por aí. Os dois costumavam se referir a eles mesmos como “New Zealand’s fourth most popular guitar-based digi-bongo acapella-rap-funk-comedy folk duo”. A coisa foi ganhando outras proporções e em 2007 a primeira temporada da série Flight of the Conchords foi lançada pela HBO.

 photo flight_zpsd7a32408.png

Por que assistir a série?

Primeiro, se você gosta do combo comédia+musical não tem como dar errado.

Segundo, Bret e Jamaine são realmente muito talentosos. A série tem uma linha guia, mas os episódios são bem independentes entre si. Em cada um deles rola uma história diferente que é entrecortada pelas músicas da dupla. Acontece que não são simplesmente músicas de humor e diferentes. Eles tem uma bagagem musical que é gigantesca e usam referências – as vezes diretas, as vezes não – de outros artistas, bandas, gêneros musicais, épocas e etc, criando paródias. Encontrei nesse link as especulações dos fãs sobre os clipes que eles fazem paródias e é realmente impressionante!

Terceiro, acho que foi uma boa maneira de me introduzir na cultura da NZ, embora com certeza eles também estivessem fazendo um pouco de graça disso. Eu não sei nada sobre o país, na verdade nem pensava sobre esse lugar, mas os dois são retratados como caras bem certinhos, inocentes que não tem e muitas vezes não entendem a malandragem de cidades grandes. Não sei como é o povo da NZ e se esse esteriótipo é real ou é exagerado ou qualquer outra coisa.

No início, fiquei esperando que eles fossem se contagiar pela vibe de NY, que fossem ficar super descolados e famosos. Mas não, eles continuaram como a dupla do interior da NZ que fazem músicas sobre aquilo que eles vivem. Eles são sacaneados, ficam sem dinheiro pra pagar aluguel – inclusive esquecem que a moeda não é a mesma – tem problemas pra arrumar namoradas e não conseguem fazer muitos amigos. E todos esses conflitos são a base para as músicas.

E em quarto e último lugar, complementando o que falei acima, a série foi produzida e dirigida pela própria dupla, o que mostra que, além de tudo, eles são realmente bons comediantes. Eles conseguem tratar de temas mais pesados ou mais sérios de forma muito direta e inocente – do ponto de vista dos personagens – que no final resulta em um humor leve, bem inteligente, sem drama. Pelo menos foi o que senti assistindo a série.

Como contei no início, eu e Dudu ficamos fissurados na série assistimos as duas temporadas em pouquíssimo tempo. Estava prevista uma terceira temporada, mas os dois decidiram terminar a série antes. Só que euzinha devo ter lido rápido essa informação por aí e acabei pensando que tinha de fato mais uma. Podem imaginar minha decepção, né? Não acredito que não tem mais músicas, haha!

Mas foi ótimo, achei o final foi excelente, bem condizente com o que eles vinham desenvolvendo ao longo da série. Foi a medida certa pra terminar bem. E eu acho que vou terminar o post por aqui também porque senão vou começar a falar dos episódios e das das músicas e não vai ter graça nenhuma se eu contar, vou é tirar toda a graça da série, haha.

No mais, só posso deixar aqui minha recomendação! Nem que seja pra assistir aos vídeos deles no youtube. Vale a pena demais! <3

É isso tudo, pessoal!