Luz, laser, ação!

É aquele ditado, não coloquem dois jovens com uma câmera num estúdio fechado com luzes, máquina de fumaça e laser…

BA3A0062

BA3A0079

BA3A0085

BA3A0157

BA3A0147

BA3A0103

BA3A0121

Anúncios

Top 5 nostalgia

Bateu uma super nostalgia aqui esses dias porque tenho assistido a alguns clipes que eu gostava na adolescência. Saudades da época em que a única preocupação era chegar em casa da escola a tempo de assistir Disk MTV e no sábado voltar rápido do almoço pra ver Top 20. Quem viveu isso? Não é possível que foi só eu e minha irmã!

Teve um tempo que ficou especificamente marcado na memória (acho que entre 2002 e 2004) e eu quase que decorei quais os clipes que passavam no Top 20 nesses anos. Inclusive, tenho um VHS gravado com um dos programas. Preciso encontrar isso!

Então resolvi fazer essa sessão nostalgia e compartilhar com vocês alguns desses clipes que fizeram parte da minha infância/adolescência – todos os dias, por vários anos! São muitos, mas fiz o esforço de selecionar.

Alguns comentários:

1. Não tem como Complicated não ser meu número um. É o primeiro clipe que lembro quando penso nessa minha fase MTV. Acho que nenhuma outra banda/cantor(a) me marcou tanto quanto ela e tenho certeza que não fui a única. Quem não queria usar calça larga e usar gravata? Além de amar as músicas (o primeiro álbum mais especificamente), eu também vivi uma crise por causa da Avril… Pessoas costumavam dizer que nós éramos parecidas fisicamente e inclusive me chamavam de Avril Lavigne na escola, etc. Era bem chato, mas também secretamente legal já que era a cantora que eu mais gostava, haha! Ou seja, foi marcante em muitos níveis.

2. Don´t let me get me também é um que sempre me vem à mente. Eu costumava gostar de clipes que se passavam em ambiente de escola e etc, por razões óbvias, tipo All the things she said e Hollaback girl.

3. Acho que umas das primeiras vezes que prestei atenção nos clipes e gostei deles como vídeo, independente da música, foi quando assisti a esse do Oasis e do U2. Sempre achei que eram esteticamente diferentes e bonitos e me atraíam por isso. A história do cara com a sereia e em preto e branco me deixava vidrada!

4. Eu não estaria sendo honesta comigo nem com meu passado se eu não colocasse a Britney aqui. Eu era rock`n`roll, mas sempre gostei de dançar e não tenho vergonha disso. Nisso, Britney teve sua função. Eu via os clipes 300 vezes pra copiar a coreografia e dançar com minha irmã e amigas. Eu sabia várias (ainda sei, haha).

Agora quero saber o que vocês gostavam de ouvir na adolescência! Sem vergonhas, gente, todo mundo teve sua fase… Adoro essas histórias!

Um pontinho rosa

Eu tenho essa mania de ir colecionando fotos, imagens, frames de filmes, pôsteres e etc que eu acho bonitos. De repente, de tanto olhar pra eles, ou por alguma coisa estranha que acontece no meu cérebro, algumas dessas imagens começam a fazer sentido juntas, como se fizessem parte do mesmo universo, e começo a imaginar histórias a partir delas.

Foi isso que aconteceu com essas aí. Eu nem gosto de cor-de-rosa, não sei porque fui atraída por elas! Mas enfim, só sei que pra mim funciona como um ótimo exercício de criatividade e imaginação, além de ir colecionando inspirações pra… qualquer coisa! Mas não, não me peçam pra organizar meus pensamentos e contar que coisas fico imaginando porque aí já é muito! Cada hora pipoca uma coisa diferente na minha cabeça e eu provavelmente deveria anotar tudo isso, né? Quem sabe surge uma boa ideia dessas loucuras da minha cachola!

 photo 9085445825_8cdb06072c_k_zpstefovvox.jpg

 photo tumblr_nnl8uxhDuD1uutv3jo1_r2_1280_zpsp2l1gafm.jpg

 photo cargo maneq_900_zpslzxhjvke.jpg

 photo 03b759c3bdfc51c2882364581720df36_zpsoub3gp0z.jpg

 photo 5794282543_1a1c1ebd03_o_zpsxrty8z9z.jpg

 photo ANGELS_WILDFOX_RESORT-11_zpscfs0nk6q.jpg

Fez sentido pra vocês? Sou a única que faz isso? Sou louca? Hahaha!

Não sei, gente, só sei que acho incrível como um pontinho (ou um pontão!) de cor aqui e ali fazem toda a diferença na composição final. E valeu a pena dar uma chance pro rosa na minha vida no fim das contas.

 

(Cliquem nas fotos para os links originais o/)

A cara das plantinhas

Bom, muitos de vocês sabem que eu tenho uma família de cactus em casa. Tenho também outras plantinhas, hortelã, manjericão e, recentemente, encontrei um girassol que me pediu pra ser levado pra casa, juro!

Enfim, todos eles ficam em potes de plástico e eu acho que são bem feios, mas nunca fiz nada a respeito. Tenho pensado em arranjar vasos mais bonitos e, quem sabe, customizar pra ficar mais a nossa cara. Estou fazendo um apanhado no Pinterest de umas ideias legais e simplesmente me apaixonei por esses vasinhos que tem rosto. Amo esses olhinhos miúdos e enigmáticos! Aliás, esse é o único tipo de desenho que consigo fazer, então acho que é um projeto bem realizável. Se eu fizer algum, volto aqui pra mostrar pra vocês!

 photo 825666e9cb84e3372f746761fbf8ba55_zpsbls09k5n.jpg

 photo 94a8e73260025b61c3147279e5736ec5_zpspzuuqxtx.jpg

 photo Flower-Me-Happy-Pot-by-Meyer-Lavigne-1_zpsrqe8ohps.jpg

 photo fdc643e78a3a821584d72b7957ced89b_zpsjmjpphlw.jpg

 photo il_fullxfull.419104078_fgsa_zpsna33dksy.jpg

 photo df916b31be02ab5efebae9dc93811be9_zpsyp8pcduc.jpg

(Cliquem nas fotos para conhecerem os artistas. Só não consegui encontrar referências desses últimos vasinhos)

Uma tarde preguiçosa em Tandil

Uma das coisas que mais fazíamos em Tandil e uma das que eu sinto mais falta, é passear a pé pela cidade, parar na praça e ficar por lá conversando e tomando um pouco do (pouco) sol.

Vocês se lembram daquele meu projeto de resgatar e organizar as imagens que fizemos durante nosso intercâmbio pra Argentina? Então, nesse segundo vídeo decidi reunir algumas imagens que fizemos em uma dessas nossas idas à praça.

Apesar de ser uma cidade bem pequena (na época, eram aproximadamente 100 mil habitantes), Tandil é super arborizada e tem muitas praças e parques. E o melhor de tudo: são lugares super frequentados por todo mundo.

Nós moramos perto da Plaza Independencia – essa que aparece no vídeo – que fica bem no centro da cidade, então conseguimos aproveitar bastante desses momentos. Do meu olhar estrangeiro, eu diria que é um costume deles simplesmente ir à praça ficar de bobeira, com um grupo de amigos, tomando mate, jogando bola, tocando violão. Na hora da saída da escola, então, ficava cheio de crianças e adolescentes reunidos em grupinhos. Pra gente que era de fora, acho que se tornava uma experiência ainda mais interessante porque podíamos observar os outros, ver o que eles faziam, o que falavam, como se comportavam… e pouco a pouco ir fazendo parte daquele lugar também.

No frio, isso de ficar nas praças já era normal. Quando chegou a primavera, o sol começou a aparecer mais frequentemente e as árvores ficaram mais bonitas, verdinhas, cheia de flores, nossa, foi um boom de gente. No final de semana, tanto as praças quanto os parques ficavam cheios de amigos, famílias, gente com cachorro, gente fazendo ioga, gente fazendo piquenique… as vezes era até difícil encontrar lugar pra sentar!

Talvez em cidades que também tenham parques maiores e mais bem cuidados, esse também seja um costume, mas aqui em Juiz de Fora muito pouco disso acontece e só em lugares muito específicos. Hoje se vamos sair é sempre pra ir fazer alguma coisa, ir à um restaurante/bar, ir no shopping, ir ao centro fazer compras… sabe? Sinto bastante falta de estar entediada num final de semana e sair de casa, passar na loja de balas (comprar 3kg) e ir pra praça, sem ter o objetivo de fazer nada, só ficar lá, curtindo o friozinho e aproveitando a cidade e o espaço público, que afinal, está lá pra isso mesmo. Agora vê se pode isso, até pra fazer nada tá difícil!

Bom, o vídeo é bem curtinho mesmo, só pra vocês sentirem a vibe do lugar. Tenho muitas fotos, mas vou fazer posts separados pra mostrar pra vocês cada lugar desses porque vale a pena!

Sem medo do escuro

IMG_2847 IMG_2904 IMG_2902 IMG_2868 IMG_2751 IMG_2774 IMG_2789 IMG_3018 IMG_3017 Férias e tempo livre pra mim e pra Lívia sempre acaba em invenção de moda. E eu, sinceramente, estava precisando de um negócio desses!

Ah, e o título é uma referência ao filme Medo do Escuro, do Ivo Lopes Araújo, que assistimos na Mostra de Tiradentes. Não vou mais conseguir ver alguém pintado com glitter e não lembrar desse filme.

Essa é a sinopse original: Um homem solitário vaga perdido por uma cidade pós-apocalíptica. Mas o filme é muito mais do que isso, é uma performance maravilhosa com direito à trilha sonora tocada ao vivo na sala de cinema. Foi lindo, louco e tão, mas tão intenso, que parecia que eu também tinha feito parte da dança que aconteceu no filme. Sabe quando a gente sai do cinema meio baqueado? Foi assim. Infelizmente não tem trailer disponível, mas eles têm uma página no facebook com algumas fotos. Se alguém tiver a oportunidade de assistir em algum festival, não deixe passar, sério!

(Obrigada, Dudu, pelas fotos!)